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Apoio ao empresário.

Leitura gerencial dos números, planejamento tributário e patrimonial e apoio nas decisões que definem o crescimento da empresa.

As perguntas que os números respondem

  • Vale a pena contratar mais uma pessoa?
  • O meu preço cobre o custo real?
  • Pró-labore ou distribuição de lucros?
  • O meu patrimônio está exposto ao risco do negócio?
  • Quanto sobra, de verdade?

O que muda a decisão não está na obrigação.

Boa parte das decisões que definem o futuro de uma empresa está em saber se vale contratar, se o preço cobre o custo real, como remunerar os sócios de forma eficiente e como separar o patrimônio pessoal do risco do negócio.

É nessa camada que atuamos junto ao empresário: traduzindo o que os números mostram e apontando os caminhos mais estratégicos, com base em dado e não em impressão. A decisão continua sendo sua. Veja também os cinco indicadores que todo empresário deveria acompanhar.

Quase toda contabilidade para na primeira camada.

Camada 1ObrigaçãoEscriturar, apurar e declarar no prazo.
Camada 2InformaçãoOrganizar o registro até ele virar um número legível.
Camada 3DecisãoResponder, com esse número, o que o dono precisa decidir.

Da receita bruta ao lucro líquido.

Toda empresa sabe quanto fatura. Bem menos sabem quanto sobra e por onde o dinheiro saiu no meio do caminho.

Receita brutaTudo que foi faturado no período, antes de qualquer dedução.

O que olhamos aquiSe o que está registrado corresponde ao que a operação de fato vendeu.

(−) Deduções sobre a receitaImpostos sobre venda, devoluções e descontos.

O que olhamos aquiSe o regime tributário ainda é o mais eficiente para este momento.

= Receita líquidaO que de fato pertence à empresa depois dos tributos sobre a venda.

O que olhamos aquiA distância entre o faturamento e a receita real.

(−) Custo do que foi vendidoO que custa produzir ou entregar o que foi vendido.

O que olhamos aquiSe o preço praticado cobre o custo real, produto a produto.

= Lucro brutoO resultado da atividade antes das despesas de estrutura.

O que olhamos aquiA margem bruta por linha: onde ela é boa e onde não é.

(−) Despesas operacionaisAdministrativas, comerciais e o que a estrutura consome para funcionar.

O que olhamos aquiO peso de cada despesa sobre a receita, mês a mês.

= Resultado operacionalO resultado da atividade-fim, antes dos tributos sobre o lucro.

O que olhamos aquiSe a estrutura cresceu mais rápido que a receita que a sustenta.

(−) Tributos sobre o lucro e financeiroIRPJ, CSLL e o efeito de juros e aplicações.

O que olhamos aquiSe o custo do dinheiro está consumindo o resultado da operação.

= Lucro líquidoO resultado do período e a base do que o sócio pode retirar.

O que olhamos aquiQuanto dá para distribuir sem comprometer o caixa do mês seguinte.

Estrutura da DRE em proporções ilustrativas. Cada empresa tem a sua.

Quanto a empresa precisa faturar para empatar?

Faça a conta com os seus números. A fórmula é simples; o difícil é saber o que de fato é custo fixo e qual é a margem real. É aí que entramos.

Aluguel, folha, pró-labore, contratos: tudo que sai mesmo sem vender.
O que sobra de cada venda depois do custo variável dela.
Faturamento para empatar—

Preencha os dois campos.

Os números que você digitar ficam só no seu navegador.

A reforma tributária chega ao resultado.

CBS e IBS mudam preço, crédito e margem. Quem tratar a transição só como tarefa fiscal vai descobrir o efeito no resultado depois que ele já aconteceu.

PreçoO tributo passa a ser destacado por fora da nota. O preço de hoje e o preço equivalente depois da transição não são o mesmo número.
CréditoCBS e IBS dão crédito de forma mais ampla. Compras que hoje não geram crédito passam a gerar, e o cálculo de custo muda.
CadeiaDe quem a empresa compra passa a pesar no resultado, porque o crédito transferido varia conforme o regime do fornecedor.
ContratosContrato de prazo longo assinado hoje atravessa a transição. Quem fechou preço sem cláusula de revisão carrega a diferença.

O que o apoio inclui.

  • Quanto sobra por mês, e de onde vem?Apoio gerencial e indicadoresMargem por linha, ponto de equilíbrio e fluxo de caixa apresentados para sustentar decisão, não como anexo do balancete.
  • Estou no regime certo?Planejamento tributárioSimulação dos regimes com os números reais da empresa, considerando créditos, folha e mix de receita.
  • Quanto posso retirar?Pró-labore e distribuição de lucrosA composição mais eficiente para os sócios, sem comprometer o caixa da empresa.
  • Como separo o que é meu do que é da empresa?Holding e proteção patrimonialEstruturação societária e sucessória do patrimônio, com análise de eficiência tributária e de exposição ao risco.
  • Quem cuida do financeiro enquanto eu cuido do negócio?Gestão financeira terceirizadaContas a pagar e a receber, conciliação bancária e fluxo de caixa conduzidos por nós.
  • E a declaração dos sócios?IRPF dos sóciosDeclaração integrada à realidade da empresa, com atenção à distribuição de lucros e à evolução patrimonial.
  • E quando a dúvida aparece no meio da semana?Camada consultivaDecisões de preço, contratação e enquadramento discutidas quando aparecem, sem esperar o fechamento do mês.
  • E o que vai além da contabilidade?Rede de parceirosCertificado digital, recuperação tributária e sistemas, com parceiros de confiança.

Dúvidas sobre o apoio consultivo.

Consultoria é um serviço à parte ou está incluída?

O suporte consultivo do dia a dia faz parte da parceria e é o que diferencia nossa atuação da entrega apenas de obrigações. Projetos específicos, como um planejamento tributário completo ou uma reestruturação societária, são dimensionados e orçados separadamente.

Como funciona a gestão financeira terceirizada?

Assumimos a rotina financeira: contas a pagar e a receber, conciliação bancária e relatórios de fluxo de caixa. A autonomia sobre os pagamentos continua com a empresa; nosso papel é organizar, controlar e dar visibilidade.

Planejamento patrimonial vale para empresas de qualquer porte?

O tema costuma ganhar relevância quando há patrimônio acumulado, mais de um sócio ou preocupação com sucessão. Numa conversa inicial dá para saber se faz sentido no seu momento, e dizer com honestidade quando não faz.

Vocês ajudam a decidir sobre pró-labore e distribuição de lucros?

Sim. É uma das perguntas mais frequentes e uma das que mais pesam no bolso do sócio. A composição entre pró-labore e distribuição tem efeitos tributários e previdenciários, e a melhor combinação depende do regime da empresa e dos objetivos de cada sócio.

Vamos conversar sobre a sua empresa.

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