Contábil e Fiscal

Escrituração precisa, apuração tributária no enquadramento certo e demonstrações escritas para serem lidas por quem decide.

A escrituração é a fonte, não o fim.

A rotina contábil e fiscal é a base de tudo. Quando ela funciona, a empresa sabe quanto ganha, quanto paga e por quê. Quando falha, o prejuízo aparece meses depois — em imposto pago a mais, em autuação ou em uma decisão tomada sobre número errado.

Na J. Marquezan, a escrituração é tratada como fonte de informação gerencial. Apuramos tributos nos três regimes — Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real — e revisamos periodicamente se o enquadramento continua sendo o mais eficiente para o momento da empresa.

  1. Documento

    Nota, extrato, contrato.

  2. Registro

    Lançado no plano de contas.

  3. Número

    Apurado e conciliado.

  4. Decisão

    Lido por quem decide.

Todo mês repete o mesmo ciclo. O último passo é o que costuma faltar.

  1. 01

    Movimento

    Notas, extratos e lançamentos do período.

  2. 02

    Escrituração

    Registro conciliado, com plano de contas que gera informação.

  3. 03

    Apuração

    Tributos calculados no enquadramento vigente.

  4. 04

    Obrigações

    Declarações transmitidas e pendências acompanhadas.

  5. 05

    Fechamento

    Demonstrações prontas e conferidas.

  6. 06

    Leitura

    O número explicado — a etapa que costuma faltar.

O que entra na rotina mensal.

  • Escrituração contábil

    Registro completo e tempestivo das operações, com plano de contas estruturado para gerar informação gerencial, não apenas atender à obrigação legal.

  • Apuração de tributos

    Cálculo mensal de tributos federais, estaduais e municipais, com conferência de créditos e revisão do enquadramento tributário.

  • Obrigações acessórias

    Entrega de SPED, EFD-Reinf, DCTFWeb, ECD, ECF e demais declarações dentro do prazo, com controle de pendências junto aos fiscos.

  • Demonstrações contábeis

    Balanço patrimonial, DRE e demais demonstrações elaboradas com rigor técnico e explicadas em linguagem de negócio.

  • Conciliações e fechamento

    Fechamento mensal conciliado, para que os números estejam prontos quando você precisar deles.

  • Atendimento a fiscalizações

    Suporte técnico e documental em intimações, malhas e fiscalizações.

Faz diferença para quem já desconfia que paga imposto a mais.

  • Empresas que precisam de contabilidade confiável e no prazo, sem retrabalho.

  • Negócios que desconfiam de estar pagando imposto acima do necessário.

  • Empresas que já tiveram problema com obrigação acessória em atraso.

  • Gestores que querem entender o balanço, não apenas arquivá-lo.

Os três regimes, lado a lado.

O que muda de um para o outro não é só a alíquota: é o que entra na base de cálculo e o que a empresa precisa manter escriturado.

Recolhimento unificado em guia única.

Entra na base de cálculo: a receita bruta inteira

Limite de receita
até R$ 4,8 milhões por ano
Base de cálculo
receita bruta dos últimos doze meses, por faixa e anexo
Escrituração
simplificada, com recolhimento em guia única
Costuma deixar de servir
ao ultrapassar o limite, ou quando a folha muda o fator R e a faixa deixa de compensar

Comparativo estrutural, para leitura. A escolha do regime depende da atividade, da folha e da margem de cada empresa.

A reforma já começou.

A transição para CBS e IBS vai de 2026 a 2033 e mexe em emissão de nota, crédito, preço e margem. Acompanhamos etapa por etapa.

  1. 2026

    Fase de testeem curso

    CBS e IBS aparecem nos documentos fiscais com alíquota de 1% — 0,9% de CBS e 0,1% de IBS. As informações são registradas, sem cobrança efetiva. Desde 3 de agosto, a NF-e não é emitida sem os campos preenchidos.

  2. 2027

    CBS em vigor

    A CBS passa a ser cobrada e substitui PIS e Cofins. O Imposto Seletivo começa a incidir.

  3. 2029—2032

    IBS entra por etapas

    O IBS substitui ICMS e ISS em proporções crescentes a cada ano, até a extinção completa dos dois.

  4. 2033

    Regime novo, inteiro

    ICMS, ISS, PIS, Cofins e IPI extintos. IBS e CBS passam a ser os únicos tributos sobre bens e serviços.

Cronograma da Emenda Constitucional 132/2023 e da Lei Complementar 214/2025.

O calendário que roda por trás.

62 entregas por ano, em uma empresa que apura
nos três regimes de escrituração completa
EFD-Contribuições mensal
EFD ICMS/IPI mensal
EFD-Reinf mensal
DCTFWeb mensal
eSocial mensal
ECD anual
ECF anual

Frequência típica. O conjunto exato depende do regime, da atividade e do estado.

O que perguntam antes de trocar.

Vocês atendem quais regimes tributários?

Atendemos os três: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. Mais do que operar dentro do regime atual, revisamos periodicamente se ele continua sendo o mais vantajoso conforme a empresa cresce e muda de faturamento ou de atividade.

Com que frequência recebo as demonstrações contábeis?

O fechamento é mensal, e as demonstrações ficam disponíveis logo após a conciliação do período. Além do envio, comentamos os principais números para que a leitura seja útil na gestão.

A troca de contabilidade é complicada?

É um processo conhecido e conduzido por nós. Levantamos a documentação com o escritório anterior, verificamos pendências fiscais e obrigações em aberto, e organizamos a transição para que nada fique descoberto. Na prática, o esforço do seu lado é pequeno.

O que acontece se houver imposto pago a maior no passado?

Identificando recolhimento indevido dentro do prazo legal, avaliamos as alternativas de recuperação ou compensação e apresentamos o caminho, com os riscos e prazos envolvidos, para que você decida.

Sua contabilidade está te dando informação ou só cumprindo prazo?

Uma revisão do enquadramento e da rotina de fechamento costuma revelar mais do que se espera. Uma conversa inicial já mostra onde a estrutura pode ganhar clareza.